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VACINAÇÃO
Cães
Gatos
Coronavirose • Parvovirose • Cinomose
Hepatite • Leptospirose • Parainfluenza
Aos 2 meses. Reforço: aos 3, 4 e 5 meses.
Repetir anualmente.
Raiva
Aos 5 meses. Repetir anualmente.
Rinotraqueíte • Calicivírus • Panleucopenia
Clamidiose • Leucemia Felina
Aos 2 meses. Reforço: aos 3 meses.
Repetir anualmente.
Raiva
Aos 5 meses. Repetir anualmente.
Catarata
Trata-se, simplesmente, da perda de transparência do cristalino do olho, que fica imediatamente atrás da íris colorida e que só pode ser visto através da pupila.
Em uma catarata densa, a pupila realmente pode parecer branca, mas essa aparência deve-se à "desnaturação" das delicadas fibras de proteína dentro do cristalino, de forma semelhante às mudanças que ocorrem na clara do ovo quando cozida.
Nem mesmo a catarata mais densa elimina totalmente a percepção da luz.
Causas da Catarata
Embora a catarata possa ser provocada por infecção virótica antes do nascimento, ferimentos, diabetes severo, síndrome de Down e várias outras causas, a grande maioria das cataratas simplesmente ocorre, aparentemente, de forma espontânea nas pessoas idosas.
Sintomas da Catarata
A catarata não pode causar dor e nunca o faz. Afeta apenas a qualidade da visão. O problema aparece quase que imperceptivelmente e quase sempre avança de forma muito lenta. Normalmente, o progresso da opacificação é uniforme, mas às vezes aparecem breves acelerações, seguidas de longos períodos com poucas mudanças aparentes.
O sintoma mais importante da catarata é a perda progressiva da clareza visual no centro do campo de visão. Isso perturba e atrapalha muito, principalmente se as opacidades do cristalino causarem difusão da luz.
Fonte: Como Combater os Radicais Livres
Robert Youngson - Editora Campus

Diabetes Melito em Cães e Gatos
O diabetes melito é um distúrbio endócrino complexo, caracterizado por deficiência absoluta ou relativa de insulina, resultando em hiperglicemia em jejum e, potencialmente, numa série e outros distúrbios metabólicos.
Os distúrbios complicadores, muitas vezes presentes em cães diabéticos, incluem hiperadrenocorticalismo, pancreatite, cetoacidose e sepse.
Os objetivos gerais do tratamento são:
• fazer o paciente sentir-se bem.
• controlar poliúra/polidipsia.
• evitar as grandes complicações, como cetoacidose e catarata.
• evitar hipoglicemia induzida por insulina.
Os objetivos reais do tratamento são:
• manter a glicose sanguínea entre 60 e 180 mg/dL.
• evitar hipoglicemia potencialmente grave < 60 mg/dL.
As regras gerais são:
• fornecer 1/3 das necessidades calóricas pela manhã, tarde e noite.
• mesmo alimento, nas mesmas quantidades, nos mesmos horários, todos os dias.
• nada de "petiscos" entre as refeições.
Não há substituto para as injeções diárias de insulina.
Doses de insulina:
Início do tratamento - 0,5 a 1,0 unidade/kg via SC.
Manutenção - 0,25 unidade/kg via SC.
Fonte: Terapêutica Clínica em Pequenos Animais
Michel D. Lorens, Larry M. Cornelius e Duncan C. Ferguson